Mora o sonho, a alegria
A vida tece seu fio
E entre isso ou aquilo
Vai rolando o desafioFeito as águas de um rio
.
Sem mais isso ou aquilo.
Breve histórico:
C'est moi...
Vai rolando o desafio

quando minh’ alma atenta,
aos teus pequenos sinais
mostrar-me em sua essência,
tua falta, minha ausência
>
pois nem sei mais como posso
guardar alguma esperança
e onde esconder a saudade
Pra converter o teu riso
no fio de minha história
Apagando esse frio
o vazio
o silêncio
em mais um mês de setembro
.
Fotos e texto por Claude Bloc
(também em homenagem ao "dia da florista")
Ruas De Outono
(Gal Costa)
Nas ruas de outono, os meus passos vão ficar
E todo abandono que eu sentia, vai passar
As folhas pelo chão que um dia o vento vai levar
Meus olhos só verão que tudo poderá mudar
Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto
Daria pra escrever um livro, se eu fosse contar
Tudo que passei antes de te encontrar
Pego sua mão e peço pra me escutar
Seu olhar me diz que você quer me acompanhar
Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada...
cortesia de http://www.letras.com.br/



É aí que nos deparamos com o futuro. Nossos últimos anos foram de coragem e de batalhas. Batalhas estas que nunca acabam e vão ficando cada vez mais difíceis de vencer. Surgem as perguntas: Onde estão meus pais? Onde estão meus amigos? Pra onde estou indo? São tantas as dúvidas… Deveríamos ter um dicionário para responder a essas questões tão esdrúxulas. Porque ninguém nos diz o que vamos encontrar pela frente ou como isto ou aquilo vai ser. Mas... mesmo assim continuamos. .Então passamos a refletir sobre nossos sonhos, sobretudo sobre aqueles que ainda não realizamos e que não somos capazes de esquecer. Diga-me, fale-me: a esta altura você seria capaz de deixar isso fugir do seu coração? .
Agora nossa vida é esta. Apesar de ela ser repleta de insegurança, é, no entanto, e ainda, cheia de sonhos. E essa nossa vida passou agora a ser também a vida de outras pessoas. Amamos. E amamos tanto tudo isso! Amamos encontrar as mesmas pessoas todos os dias, amamos também porque não temos tempo para nós mesmos, amamos, amamos, amamos… amamos de um jeito que não valeria mais a pena viver se isso tudo não existisse. ..

Painel by Claude Bloc
( A maestrina Bernadete Cabral , Rosineide Esmeraldo , Stela Siebra, Maria Luiza e Nilo Sérgio)
( Joaquim Pinheiro , Stela Siebra, Hugo Linard e Socorro Moreira)
Hugo , "o peralta Zezinho", de Mons. Montenegro - contando as suas diabruras e, reafirmando no acordeon , a sua genialidade artística.Há certos resgates de nosso tempo que nos obrigamos a fazer ou acabam por se perder na obscuridade do esquecimento. Louvável, pois, a iniciativa desse grupo de pessoas que viveu sua adolescência na década de 60 e que teve a idéia de promover um rico registro de fatos pitorescos ocorridos no exato espaço da Praça Siqueira Campos (Crato – CE).
Na verdade, fez-se uma coletânea de depoimentos, a partir de um grupo de amigas e amigos que passou pela experiência de ter sua vida surpreendida pelo amor (ou pela descoberta dele), no momento em que transitava pela praça Siqueira Campos, nos idos dessa decantada época. Amores que se mantiveram (ou não) até os dias hodiernos. Sentimentos acalentados, inacabados, eternos.
Interessante, pois, tanto quanto louvável, a construção dessa tessitura de ensejos rebordados de tantos sorrisos e alegrias.
Foi, portanto, memorável estar presente nesses eventos comemorativos e poder tomar parte dos festejos no lançamento do livro “ Anos Dourados – Praça Siqueira Campos” – retreta, coquetel, alegria – e ouvir na voz de Vicelmo e de Eleonora Albuquerque, dentre outros, o concerto efusivo dos tantos corações reunidos numa belíssima festa, vibrando com tantas boas lembranças de um passado tão bem preservado.
Na foto acima: Diana e Eleonora Albuquerque ladeando Claude Bloc
Registro aqui, igualmente, nos festejos no Crato Tênis Clube, a presença de Dr. Humberto Macário de Brito, amigo pessoal, muito querido de meu pai Hubert Bloc Boris, que emocionou-se com tantas manifestações de carinho, sobretudo ao descobrir-me ali, mencionando meu pai e pondo de volta em seu peito o amor fraterno e a amizade imensa e inabalável mantida entre ambos por tanto tempo.
Na foto acima: Dr. Humberto Macário de Brito e Claude Bloc Por mais que muita gente considere a saudade como marca de retrocesso, ou a relembrança como ato supérfluo e descartável, pergunto: como explicar essa sensação deliciosa que nos toma quando tanta coisa boa nos retorna nos reabastecendo de felicidade?
.
Postado por Claude Bloc

O amor antigo vive de si mesmo,
Create a MySpace Music Playlist at MixPod.com